Disposição das teclas

Eu venho ‘provocando’ há algum tempo que no teclado QWERTY as teclas parecem não seguir uma lógica que faça muito sentido. Isso não é bem uma verdade.

O criador do teclado (esse aqui cara aqui no post de baixo) separou em duas partes as letras mais utilizadas no idioma inglês, afinal de contas esse era o idioma do sujeito. Fez isso para que o digitador pudesse acessar mais rapidamente as letras usando as duas mãos.

As letras menos utilizadas no idoma, como o Q e o L, ficam bem nos extremos, enquanto que as mais utilizadas ficam mais próximas do meios, de mais fácil acesso.

Existia também uma outra restrição para disposição das teclas que eram os mecanismos acionados no momento em que se digitava determinada letra, aquela haste de metal com a letra num extremidada.

O mecanismo precisava ser desenvolvido de maneira que as hastes não ficassem uma por cima da outra e não se atropelassem durante o uso.


Hoje essa restrição não faz muito sentido pois, até mesmo para quem ainda tem máquina de escrever, os acionamentos são eletrônicos ou elétricos e as últimas máquinas de escrever já foram desenvolvidas com um tambor que continha todas os caracteres disponíveis, como esse exemplo da foto.

Aí fica uma outra pergunta: por que então não foram desenvolvidos outros modelos de teclados, tendo em vista que atualmente a liberdade para fazer algo diferente é muito maior?

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