Tecnologia que emociona

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Impressiona quando a tecnologia é desenvolvida tendo como referência o ser humano. Não usei aqui as palavras cliente, consumidor e usuário propositalmente e vou explicar o porquê.

Quando os produtos digitais são feitos tendo em vista o ser humano, ele vai além da usabilidade e acaba conseguindo emocionar. Existem diversos estudos relacionados ao tema design emocional, mas esse breve post não é para ficar teorizando sobre o tema. Continuar lendo “Tecnologia que emociona”

Entrevistas e questionários como ferramentas para melhorar a usabilidade de produtos

No último dia 28 de maio estive de volta à ESDI, mas dessa vez como palestrante atendendo a um convite do professor Sydney Freitas e do doutorando Adriano Renzi. Participaram, além do próprio Adriano e eu, os também mestres Edson Rufino e Sérgio Bernardes.

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Imagem: Reprodução

Cada um contou brevemente sobre o uso de técnicas de entrevistas e questionários durante suas respectivas pesquisas. Foram quatro temas bem distintos. Eu falei sobre formatos de jornais impressos, Adriano sobre compra de livros em livrarias físicas e online, Edson sobre o sistemas operacional para cegos conhecido como Dosvox e finalmente o Sérgio sobre a distância entre assentos nos aviões.

O auditório da ESDI estava cheio e depois de uma hora de apresentações, ficamos mais uma hora debatendo com os presentes e tirando dúvidas sobre os trabalhos apresentados. Foi uma excelente experiência e espero que possamos repetí-la mais vezes.

O material das apresentações, assim como os artigos, podem ser encontrados na íntegra no site do Programa de Pós Graduação da ESDI.

5 razões para fazer design baseado em emoções

O site designforemotion.com publicou artigo listando 5 razões importantes para que designers considerem o estudo de emoções para aplicar em seus projetos. Os autores citam o neurocientista Antonio Damásio para dizer que não há como escapar das emoções, pois elas influenciam todos os aspectos da nossa vida.

Para criar valor para seus clientes, dizem os autores, é importante que seja levado em consideração as respostas emocionais dos usuários daqueles produtos como parte do processo de criação. De forma resumida, as cinco razões para isso são:

1. Emoção é experiência
2. Todo design de produto tem aspectos emocionais
3. Emoções dominam a maioria das tomadas de decisão
4. Emoção comanda a atenção e afeta diretamente a memória
5. Emoção comunica, cria relacionamentos e significados

Uma evidência de como os produtos estão carregados de emoção é o fato de que as pessoas são capazes de dizer que um determinado produto é ‘chato’ ou ‘inteligente’.

Para saber mais, veja o post completo deles aqui (em inglês).

Como as novas mídias afetam os jornais: do telégrafo à Internet

Foto: Rodrigo Schoenacher

A Internet, batizada com esse nome em 1981, surgiu de fato no final da década de 60, nos EUA, com o nome de Arpanet, e tinha como objetivo atender necessidades militares e acadêmicas de intercâmbio de informações.

O seu desenvolvimento e posterior avanço em outras áreas, como a do jornalismo, criou um conjunto de expectativas, que iam desde o potencial de ganhos vislumbrados inadvertidamente pelos executivos das empresas jornalísticas, até a presunção sobre o desaparecimento total do meio impresso em alguns anos adiante. Essa expectativa de “morte” do meio de comunicação existente, nesse caso o impresso, não é nova e acontece sempre que surge um novo canal.

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Design Emocional

Esse termo “design emocional” por si só merece um curso só para discutir seu significado. Alguns professores e pesquisadores chamam de “design atitudinal” outros de “design baseado em emoções”. No fundo, o objetivo é o mesmo: estudar e entender como as pessoas interagem com os produtos no nível inconsciente.

As professoras Lucy Niemeyer e Vera Damázio são feras nesse assunto, já tendo publicado diversos artigos e apresentado mais um outro tanto de palestras.

O assunto extrapola a relação funcional que as pessoas têm com os produtos, transcendendo para o sentimento que se desenvolve a partir dessa relação. Prometo trazer um pouco mais de informações sobre esse assunto em posts futuros.

Até lá, fica aqui uma dica para quem mora nas redondezas de Curitiba-PR: a PUC-PR está oferecendo uma pós-graduação dedicada ao tema. Mais detalhes no link abaixo.

Fonte: Curso de Pós-Graduação em Design Emocional.