O que eu queria ser quando crescesse

Quando eu tinha 15 anos de idade meu objetivo profissional era ser ilustrador. Adorava qualquer atividade relacionada a desenho. Nem era muito fã de pinturas, mas as ilustrações e os desenhos (até mesmo os desenhos técnicos) sempre me fascinaram.

Acabei me aproximando de pessoas que tinham gostos similares aos meus e aprendi bastante coisa nova e técnicas diferentes. Fiquei tão fascinado por esse mundo da ilustração que acabei indo fazer faculdade de desenho industrial (design de produto). Continuar lendo “O que eu queria ser quando crescesse”

Iniciativas para educação no Brasil: Youtube/EDU

É bacana ver quando empresas grandes se esforçam para fazer coisas que são importantes para as pessoas, sejam elas seus consumidores ou não. Obviamente muitas empresas fazem isso como marketing, ou seja, para que seu público alvo as veja como marcas que são importantes para a sociedade, enquanto outras fazem apenas porque podem fazer.

Image

Independente de qual seja a razão, é importante que essas benfeitorias atinjam as pessoas que mais precisam delas. Um caso específico que veio ao meu conhecimento um dia desses, e que acabei esquecendo de compartilhar antes, foi a iniciativa do Google em criar um canal educativo no Youtube… em português. Continuar lendo “Iniciativas para educação no Brasil: Youtube/EDU”

Ensino no Brasil: depoimento de uma professora aposentada

Foto: Rodrigo Schoenacher
Foto: Rodrigo Schoenacher

Hoje, durante um evento no qual pude reencontrar muitos amigos, tive a oportunidade de conversar com uma pessoa que se tornou amiga recentemente e que é professora aposentada pelo município do Rio de Janeiro.

Perguntei a ela o que achava da atuação do atual governo municipal em relação à educação, principal ponto em diversas reinvidicações feitas ao longo das últimas semanas.

Obviamente ela acredita que ainda há muitas oportunidades para melhoria, mas que a gestão atual, sob responsabilidade da secretária de educação Cláudia Costin, conseguiu evoluir muito nos últimos anos em relação ao desenvolvimento pedagógico das escolas administradas pelo município.

Minha amiga afirmou que hoje ela vê escolas localizadas em favelas, como no Turano, onde os laboratório de ciência têm estrutura que muita escola particular ainda está correndo para botar de pé.

Pode ser que ela seja uma gota de otimismo num mar de realidade desagradável, mas ainda assim é bom saber que pessoas da área, que ralaram anos a fio para melhorar o ensino no país, têm o sentimento de que as coisas estão melhorando, mesmo que devagar.

A crise não é privilégio de poucos mercados

Muito continua se falando sobre a crise que afeta o mercado de jornais impressos ao redor do mundo, principalmente em mercados mais desenvolvidos como EUA e Europa. É fato que não tem sido fácil para os jornais se manterem nos mesmos patamares financeiros de outrora, mas isso não é um ‘privilégio’ dessa indústria.

Mesmo empresas que atuam no mercado de tecnologia de ponta, como a alemã Siemens e a japonesa Sharp, também estão sofrendo sérios revezes dessa crise maluca que pegou quase todo mundo de jeito.

A Sharp anunciou que irá vender duas fábricas e demitir cerca de 5 mil funcionários. Já a Siemens, que hoje emprega quase meio milhão de pessoas no mundo todo, informou que suas encomendas caíram cerca de 40% no início do ano fiscal corrente e também deverá promover cortes para conseguir honrar seus compromissos financeiros.

A situação não está fácil para ninguém, mas acho que a indústria de jornais deveria parar de olhar um pouco para o próprio umbigo, profetizando seu próprio fim, e começar a trabalhar para se adequar ao novo cenário do mercado mundial para os próximos anos. Afinal, ainda não há previsão para que essa crise financeira melhore num curto prazo.

Fontes: G1 e G1

Felicidade é pré-requisito para bom desempenho profissional?

Segundo o pesquisador Daniel Gilbert, é sim.

Gilbert é psicólogo, pesquisador e autor do best seller ‘O que nos faz felizes’. Recentemente ele deu uma entrevista à edição brasileira da Harvard Business Review na qual ele fala um pouco sobre a importância da felicidade para as pessoas.

Entre outras coisas, Gilbert verificou que coisas normalmente consideradas importantes trazem menos impactos na felicidade das pessoas do que imaginamos. Ele afirma que poucas experiências nos afetam por mais do que três meses.

Sua pesquisa aborda um conceito (meio complicado) que ele chama de ‘felicidade sintética’. O psicólogo define essa felicidade como aquela que nós produzimos quando não conseguimos o que queríamos, ou seja, quando criamos outras alternativas para eventuais frustrações.

Gilbert deixa claro que essa felicidade tem potencial para deixar a mesma sensação de uma ‘felicidade natural’, causada quando alcançamos exatamente o que esperávamos.

Sua pesquisa mostra que aquele conceito popular no qual as pessoas produzem mais quando estão sob certo desconforto não tem base científica. Ele afirma que não conhece nenhum “dado que mostre que gente ansiosa e receosa seja mais criativa ou produtiva”.

O que é verdade é o fato de que pessoas se sentem mais felizes quando são devidamente desafiadas a superar metas, mas não quando essas metas estão fora do seu alcance. Assim como também é verdade que quanto mais focado você estiver, mais feliz você se sente.

Ele acredita, com base em suas pesquisas, de que a palavra por trás da nossa felicidade é “social”. Ele acredita que se existe uma forma de medir a felicidade das pessoas, ela está diretamente relacionada aos seus elos sociais e a força deles.

Fonte: GILBERT, Daniel. A ciência por trás do sorriso. Harvard Business Review. Vol. 90, n. 1, Jan. 2012. P. 35-39

Nem sempre lojas chiques são boas: o caso da Bella Pietra no Casa Shopping

Nem sempre comprar produtos ou serviços de lojas localizadas em shoppings de referência é garantia de bons resultados. Boa parte das pessoas que me conhecem sabem que recentemente cortei – e continuo cortando – um dobrado para conseguir terminar a obra no apartamento que comprei recentemente.

Um exemplo disso é a loja Bella Pietra, localizada no Casa Shopping, na Barra da Tijuca, que comercializa mármores e granitos. A empresa tem práticas constrangedoras de relacionamento com o cliente, como o fato de só mover uma palha depois de receber o pagamento completo pelos prdutos comprados. Nem mesmo pagando a primeira parcela por transferência bancária – e enviando o comprovante por e-mail – foi o suficiente para eles enviarem um profissional para confirmar as medidas das pedras a serem fabricadas. Fui obrigado a enviar um portador até a loja com os cheques das parcelas seguintes e depois fazer contato com eles para agendar a medição.

Mesmo assim eu – de forma absolutamente idiota – resolvi insisti na compra do material com eles, afinal eles estavam no Casa Shoppping e por isso deviam ser uma empresa séria. Pois é, “deviam” mas não são.

O primeiro pedido, que era para ter sido entregue no dia 20 de dezembro, chegou apenas 2 dias depois, mesmo assim sendo necessário um desgaste enorme por telefone com diversas pessoas da empresa. O gerente de vendas dizia que isso era problema da produção e o de produção dizia que o de vendas não havia informado o prazo corretamente. E eu pagando o pato dessa história toda.

Depois disso sucederam-se um conjunto enorme de trapalhadas, desde a demora na medição das pedras que compunham o segundo pedido, até a necessidade de trocar boa parte do material enviado pois havia sido enviado com a medida incorreta. Eles demoraram tanto para concluir a entrega das peças, depois de trocá-las por mais de uma vez, que a empresa que estava executando a obra já havia encerrado suas atividades e ficamos sem conseguir instalar boa parte do mármore comprado. Ainda assim eles se recusaram a bancar os custos de instalação.

Como outros consumidores indignados, acho que vale a pena registrar esse tipo de problema aqui na web, para o caso de alguém ter a péssima ideia de comprar produtos com empresas como a Bella Pietra.